O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) explicou que não descartou apoiar o governador Mauro Mendes (União) ao Senado em 2026, mas afirmou que há um "estranhamento" no Partido Liberal devidc a uma "dissonância" entre o gestor matogrossense e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex- presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Quanto a mim não é sobre retirar ou manifestar apoio. Eu tenho um bom relacionamento com o governador Mauro Mendes Dtaviano Pivetta e Wellington. É claro que eu desejo que se tenha um alinhamento com a centro-direita para o projeto do and que vem. Eu não descarto de modo algum apoiar o Mauro, mas o que eu tenho colocado é que houve um estranhamento com o Eduardo Bolsonaro e não ficou resolvida". declarou nesta terça-feira (18).
Abilio disse que a situação "precisa ser resolvida com o tempo" e que seu partido está em uma fase de "observacão e cautela".
"Não dá pra fazer de conta de que não aconteceu e seguir em frente. tempo ajuda a resolver. Em breve teremos mais oportunidades do governador ter melhor relacionamento com o nossa partido. Não vejo ruptura nem endossamento ao apoio. E uma situacão que pede cautela. As polêmicas são tão grandes que qualquer coisinha vira especulação. Mas eu não retirei o apoio ao Mauro", minimizou.
A fala ocorreu em referência a uma foto tirada dele almocando ao lado da primeira-dama e vereadora Samantha Iris PL) e distante de Mendes no evento na último sábado (15) da Stock Car no Parque Novo Mato Grosso, na Capital Abilio negou qualquer relação estremecida ou distanciamento do chefe do Executivo Estadual.
"A questão do partido é definida pelo partido e não por mim. Eu não posso falar qual é a decisão do partido e naquele momento o partido tinha uma posição um pouco mais branda em relação aos seus candidatos, apesar do deputado Gilberto Cattani ter dito que gostaria de apoiar o Galvan. Mas isso vai caber ao Ananias fazer essa avaliação e definição", disse.
Além disso, Brunini enfatizou que fala por ele e não pelo PL todo, uma vez que não é presidente nacional. "0 PL tem as duas opiniões partidárias que são definidas nas convenções e naquele momento e continua sendo sobre essa opção é de que o PL sequiria um direcionamento do Bolsonaro e continua sequindo, só que eu vejo manifestações de parlamentares que são divergentes, deputados, vereadores então não posso dizer pelo partido até porque não sou o presidente, não podia dar uma opnião representando o partido" concluiu.