O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou nesta quinta-feira (9) que está descartada qualquer hipótese de suspensão da redução do adicional de insalubridade pago aos servidores da saúde municipal.
A medida, que pode gerar perdas salariais expressivas, decorre do cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Município e o Ministério Público em 2023.
Diante do indicativo de greve anunciado pela categoria, o gestor adiantou que não hesitará em acionar a Justiça para impedir o movimento, classificando-o como “ilegal e inconstitucional”. As informações são do Gazeta Digital.