ADIADO PARA MAIO

Defesa de policial civil pede afastamento de juíza após confusão durante júri popular

GAZETA DIGITAL
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Defesa de policial civil pede afastamento de juíza após confusão durante júri popular

A defesa do investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar o policial militar Thiago de Souza Ruiz, pediu o afastamento da juíza Mônica Perri. O requerimento ocorre um dia após a magistrada decidir pela dissolução do Conselho de Sentença e adiar o julgamento para maio de 2026, diante de confusão no primeiro dia de julgamento.

 

O pedido ocorre após o episódio ocorrido durante a sessão do Tribunal do Júri realizada na segunda-feira (15), quando houve um desentendimento entre a magistrada e advogados da defesa, fato que levou à suspensão do julgamento e, posteriormente, à dissolução do Conselho de Sentença.  

 

Segundo os advogados do réu, a magistrada teria dito que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) “que se dane”, declaração desencadeou os pedidos. 

“A dissolução se deu por culpa exclusiva do ato da juíza, em menosprezar a OAB. Nunca se cogitou a hipótese de qualquer jurado ter sido gravado por parte da defesa. Tanto que os advogados sequer foram advertidos sobre essa situação”, afirma o advogado Claudio Dalledone Júnior.  

Assim como vídeo que mostra a juíza alterada contra os advogados, áudios do fim da sessão expõe tratamento agressivo dos juristas com a magistrada. Inclusive com a interferência de demais presentes em prol da presidente do júri.