CASO MAIANA MARIANO

Empresário é preso em condomínio de luxo por morte de amante de 16 anos; VEJA VÍDEO

FOLHAMAX
· 1 minuto de leitura
Empresário é preso em condomínio de luxo por morte de amante de 16 anos; VEJA VÍDEO
Momento em que Rogério da Silva Amorim é preso em Cuiabá — Foto: Reproduçã

Vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que os policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam nesta terça-feira (26), em Cuiabá, o empresário, Rogério da Silva Amorim.

Ele foi condenado a 20 anos de prisão por ter matado a adolescente Maiana Vilela Mariano, de 16 anos, que era amante dele.

O crime foi praticado em 2011, quando Rogério tinha 38 anos e era casado com uma mulher de 36 anos, mas mantinha um relacionamento extraconjugal com a garota, que inclusive, recebia presentes e dinheiro dele.

Rogério foi sentenciado em 2016 e chegou a ser preso, mas foi solto uma semana depois de receber a pena.

Entretanto, um novo mandado de prisão foi expedido no ano passado, mas ele não foi encontrado.

Durante a manhã desta terça-feira (26), os agentes conseguiram prendê-lo dentro de uma Rang Rover.

Na ocasião, o empresário estava em um condomínio de alto padrão no bairro Ribeirão do Lipa. Ele foi encaminhado para a delegacia.

O CASO

Maiana desapareceu no dia 20 de dezembro de 2011. A investigação apontou que Rogério teve um relacionamento extraconjugal com a menor por cerca de um ano. Eles viveram juntos por cinco meses.

Foi apontado que o empresário pediu para que Maiana descontasse um cheque de R$ 500 e levasse para um chacareiro.

A adolescente foi morta na propriedade rural e teve o corpo colocado dentro de um carro. Na sequência, a vítima foi desovada na Ponte de Ferro.

Os restos mortais da adolescente foram encontrados no dia 25 de maio de 2012, cinco meses após o crime. Ao todo, três pessoas foram condenadas por ter cometido o crime.

Rogério pegou uma pena de 20 anos por ser o mandante do crime. Paulo Ferreira Martins, de 44 anos, que asfixiou a adolescente, foi condenado a 18 anos, e Carlos Alexandre da Silva, de 34 anos, que ajudou a enterrar o corpo, a um ano e seis meses.

0:00
/1:11