Amarildo Nonato, detido na segunda-feira (25) acusado de assassinar o colega de trabalho Mario Alexandre Oras Cabraleiros, declarou ao sair da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá, que praticou o crime por acreditar que poderia ser morto pela vítima.
Conforme as informações apuradas, Amarildo e Mario mantinham constantes desavenças relacionadas ao ambiente profissional. Os dois discutiam com frequência e já haviam trocado ameaças anteriormente.
No sábado, ambos passaram o dia consumindo bebida alcoólica e voltaram a se desentender. Em determinado momento, a discussão evoluiu para agressões físicas, quando Amarildo pegou uma faca e atacou Mario.
A vítima foi assassinada com facadas e golpes de madeira. Depois do homicídio, o corpo foi abandonado em meio a entulhos nos fundos de um lava-jato.
O cadáver foi localizado por pessoas que passavam pela região e perceberam um dos pés da vítima exposto entre os escombros.
Enquanto realizavam o atendimento da ocorrência, policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a autoria do crime.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.